quarta-feira, 6 de maio de 2009

Free Space Stage - Tranceforming Identities - 5th of May - W


Wageningen / Netherlands Open Air: Tue, 05 May 09, 13:00h - Tue, 05 May 09, 23:30h

Elektrosmock Progressive Special !!!


Bielefeld / Germany Club: Sat, 02 May 09, 23:00h - Sun, 03 May 09, 12:00h

"FDS - MAYA NATION" Part 2


Hamburg / Germany Indoor: Sat, 02 May 09, 22:00h - Sun, 03 May 09, 12:00h

Asarina Open Air

Gdansk / Poland Open Air: Sat, 02 May 09, 22:00h - Sun, 03 May 09, 12:00h

terça-feira, 5 de maio de 2009

Fidalgo orador

Essa é velha... Mas estou postando tudo por aqui para evitar que algumas coisas se extraviem com o tempo....:

...A quem fala aquele pseudo fidalgo no parlatório?? sim.. há quem se contente com platéias surdas, tão mudas quanto um simplório velório. Repense em curtas reflexões, que quase sem conexões, fazem do retalho de idéias dissonantes, um complexo reflexo do longo pensar. E é em um sonolento suspense, com temperamento debochado e decadente que se conclui: de nada adianta filosofar...  

E o que lhe surpreende? Sim, é sempre mais fácil com aquilo que não sai de sua própria mente... mas tente, se não há contentamento, invente! Se livre do imbróglio, atente-se:- Fure seus olhos, e isto o fará melhor enxergar;- Arranque sua língua se preciso for, para aprender a se expressar; - Tape seus ouvidos, por que só assim irá escutar...ai então, irá flertar com sensações das quais nunca se dispôs a pensar... E é para rimar com o ar que respira, que no silêncio ele sai... e segue levando o cão a passear, sendo que quem guia, no fundo, também procura algo para lhe guiar... É comum o dominante não saber dominar, pois guarda tudo sobre a pele.. e ignora que pela alma qualquer criança pode lhe revelar.... ao fidalgo orador, dou a palavra para que comece pelo fim, e admita que em toda sua vida não ousou ousar...

Giovani Zanon;

Quando sim é não e não é sim...

Começo a acreditar, cada vez mais, que os abismos de comunicação, sempre presentes na relação entre homem e mulher, residem nas diferentes traduções que damos a duas palavras simples, mas igualmente importantes para ambos: sim e não. Nós, homens, misturamos tudo sem clareza alguma. "Sins" e "nãos" fazem trocas promíscuas de seus significados latentes com uma velocidade impressionante. Há quem diga, porém, que essa nossa maneira esquizofrênica de transmitir uma intenção carrega muito mais verdade do que a obscura forma feminina de dizer o que pensa. Nós, do gênero masculino, somos sinceros quando dizemos um "sim" ou um "não". O problema é que a construção desse "sim" e desse "não" é permanente; ela não termina quando a palavra é pronunciada. Hoje queremos dizer "sim", e assim o fazemos. Amanhã diremos "não" à mesma pergunta, e o faremos com igual naturalidade. É, meus amigos... Nunca ninguém poderá afirmar que a inconstância em saber o que se quer pode ser confundida com falta de sinceridade. Na verdade, ela é o excesso dela. Talvez exista apenas uma exceção a essa regra: nossa absoluta incapacidade de dizer "não" a uma mulher quando o assunto é amor, paixão ou sexo. Homens raramente dizem "não". Preferem mudar-se para o Alasca, trocar o número de telefone, desaparecer, a ter de dizer "não" a um flerte ou a um amor que não correspondem. Isso faz dos homens um pouco mulheres nessa única exceção, pois dizem o "não" por meio do silêncio. E, falando delas, das mulheres, é nelas que o assunto se resume. Sinto-me apto a afirmar apenas uma coisa: quando dizem "não", querem dizer "sim". Quando ficam em silêncio, querem dizer "não". E, quando dizem "sim", é, de fato, um "sim" — mas um "sim" sem verdade suficiente para impedir que, amanhã, venha a significar "não". Por onde anda a velha e eficiente franqueza? Seria Cazuza um poeta ou um visionário ao dizer que "mentiras sinceras me interessam"? Digo isso porque é absurda a quantidade de "verdades inventadas" que nos cerca. O recurso da mentira como ferramenta social extrapola qualquer ideia de transparência. Está presente nas relações pessoais, aparece com frequência nas relações profissionais, manifesta-se com intensidade nos assuntos e nas doutrinas espirituais e institucionaliza-se, de forma pétrea, na política. Nada é mais humano do que mentir. Aprendi a ser fiel ao meu "sim", quando ele é, de fato, um "sim"; e fiel ao meu "não", quando ele é realmente um "não". Mas nunca esqueço que quem decide o momento de dizer um ou outro sou eu. Essa decisão é influenciada pelo que sentimos e por tudo aquilo em que acreditamos existir por trás dessas tais mentiras sinceras. Hoje digo "sim" motivado por realidades. Por frias, cruas e perecíveis realidades. Não ouvirei os "nãos" que me atacam sustentados por verdades inventadas, pois elas já não têm valor algum. Verdades combinam com "nãos". Realidades combinam com "sins". Aprendamos, então, a ouvir as intenções que vêm da alma. Poupemos palavras para tornar o mundo mais real e menos verdadeiro, mesmo com toda a abstração que essa ideia possa sugerir.

Giovani Zanon

2009-1979=29



Nove viradas depois, ainda estamos aqui.. O Bug não veio, o apocalipse não eclodiu, o tele-transporte não saiu do papel, e o novo milênio faliu.
Foi na década primeira, sucessora de dois milênios, que depois de três biênios percebi um nove comum entre idades minhas e a das usuais e conhecidas doze folhinhas... Entre os zeros que nada valem estão os signos que só coincidirão até o derradeiro brinde de meu próximo aniversário.. Sendo este o prenúncio que a partir deste ponto é recomendado ignorá-los.
O anseio de algo aconteceria nos anos dois mil, fez acontecer toneladas de coisas que não foram esperadas mas de igual forma festejadas, e que em verdade não supriram em nada a vontade de viajar até a lua como se a praia fosse... Mas ajudaram a re-descobrir rotinas da vida que já estavam aqui muito antes de pensarem em contar o ano “um”.
O bug não veio, o apocalipse não eclodiu, o tele-transporte não saiu do papel, o novo milênio faliu... Só resta esperar agora pelo ano 3000...
Giovani Zanon

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Opnião sobre o futibas na brazucolândia:

Opnião enviada pelo amigo André Neves (andreneves86@hotmail.com)

- ARENA DO GRÊMIO

Um novo estádio tricolor está sendo planejado! Todos vibraram com esta idéia, inclusive eu. Porém, algumas coisas precisam ser melhor trabalhadas antes da assinatura final para a construção da Arena. Desde já deixo claro que não sou contra a Arena, mas gostaria que todos refletissem sobre meus argumentos para não haver decepções após a construção! Costumo comparar a nova arena do Grêmio com a Av. Carlos Gomes! Você pode pensar, mas que diabos essas duas obras têm em comum! Pois digo, são obras que nasceram ultrapassadas! É no mínimo ridículo pensar em construir um novo estádio com capacidade de 55 mil pessoas! Não é possível que ninguém veja isso! O Grêmio possui umas da melhores média de público o Brasil, 30 mil pessoas, e esta média vem aumentando a cada ano que passa! Logo, com o aumento do numero de sócios é provável que na data em que a arena estiver pronta não existirão mais ingressos à venda, não será possível assistir uma final de campeonato. Os únicos com acesso ao estádio serão os sócios antigos, que pagam mensalidades baixas comparadas com as dos novos sócios. Questão chave, nunca trabalhada! Como ficarão os sócios de hoje com a construção da nova arena? Perderão seus direitos? Terão de ingressar como sócios de novo?
Antigamente, quando o número de sócios era pequeno e os estádios não lotavam, não era necessário esse tipo de preocupação. Mas agora é! Nos deparamos com o problema que querermos ir ao um jogo e não ter ingressos à venda, mas quando olhamos na TV, existem vários lugares no estádio. Certa vez escutei no rádio uma idéia sobre isso. Sócios que possuem acesso livre deveriam confirmar sua presença ou sua ausência, possibilitando assim um controle maior e possibilitando uma maior venda de ingressos. Acredito que a principal finalidade da arena gremista seja o torcedor, deverá nascer imponente e moderna, sem preocupação com prazos (Copa do Mundo), pois eu, como torcedor, não quero pagar um alto preço por certas precipitações das pessoas, querendo de maneira afobada elevar o nome do grêmio e seus nomes.
ADMINISTRAÇÃO

Antes da contratação do jogador Carlos Eduardo, alguém no Brasil já tinha ouvido falar no tal de “Hoffenheim”? Bom, antes de chegar ao ponto que quero, gostaria de falar um pouco sobre o Hoffenheim! Este time jogava na segunda divisão Alemã no ano passado e jogava em um estádio que suportava 5 mil pessoas! Como um clube desses pode vir aqui e levar nossos craques, ontem Carlos Eduardo e amanhã Léo. O Hoffenheim não é nada comparada ao Grêmio! Porque ele pode tudo? Algo está errado na Administração do futebol Brasileiro! Pois lhes digo, em nenhum outro país do mundo se forma jogadores de primeira linha como aqui, em nenhum outro lugar do mundo se joga futebol como aqui e em nenhum lugar do mundo se ama mais futebol do que aqui! O que está acontecendo? Porque no Brasil só se fica com o resto dos jogadores? Porque no Brasil não se tem estádios de primeira linha? PORQUE O HOFFENHEIM QUE TEM MENOR TORCIDA, QUE É DESCONHECIDO E QUE NÃO FORMA JOGADORES, TEM UM PODER FINANCEIRO INFINITAMENTE MAIOR QUE O GRÊMIO?